O desenvolvimento de sistemas de liberação controlada de fármacos para o tratamento de doenças do segmento posterior do olho representa uma das mais relevantes inovações na oftalmologia moderna. Esse avanço busca enfrentar um dos principais desafios no manejo de patologias crônicas da retina: reduzir a frequência de injeções intravítreas e, consequentemente, o ônus terapêutico sobre pacientes e sistemas de saúde.